Em Monte Santo a campanha não
terá bandeira tremulando
Monte Santo: Os candidatos a prefeito e vereador em Monte Santo de Minas, depois de um acordo perante a Juíza Eleitoral Dra. Marina de Alcântara Sena, realizarão a campanha eleitoral sem carro de som, muros pintados com a propaganda do candidato, faixas, cartazes, outdoor, bandeiras e cavaletes. As restrições foram confirmadas em um termo de compromisso firmado pelos representantes das coligações de Monte Santo e acolhidas pela Juíza Eleitoral Dra. Marina de Alcântara Sena e pelo representante do Ministério Público, Dr. Cláudio de Barros Pinheiro.
Conforme a nossa “Folha” apurou, os dirigentes partidários que compõem as coligações que estarão concorrendo ao pleito eleitoral, de comum acordo objetivam a realização de uma campanha eleitoral limpa, sem poluição sonora ou visual.
Se por um lado este ajustamento foi alcançado pelos dirigentes partidários, por outro lado a campanha eleitoral sem dúvida alguma perderá seu “glamour”, além do brilho e da alegria dos cabos eleitorais fazendo tremular as bandeiras nas esquinas das principais ruas e avenidas da cidade. O som, que para muitos se torna desagradável, mas, convenhamos, que uma campanha eleitoral sem as músicas adaptadas com os nomes e números dos candidatos vai fazer muita falta. Eleição também pode ser considerada como a festa mais democrática do país, mas sem o brilho de sua tradição, em Monte Santo de Minas, esta tradição ficará “chocha”.






















3 comentários:
Desculpe-me,mas eu discordo,eleição se ganha com bons debates,com boas propostas, e claro cumprindo-as. E melhor ainda sem perturbar os eleitores. Depois eleição não é tão democrática assim, se fosse, não seria obrigatório VOTAR.
Muito bem colocado Ricardo.
Essa juíza está de parabéns. A campanha se faz no dia-a-dia e não somente no ano de eleição, impondo-nos essa barulheira de péssima qualidade e poluição visual. A população e o meio-ambiente agradecem.
Lucas Lanza de Paula
A publicidade politica forçada só serve para iludibriar os eleitores. Um candidato não pode estimular que votem nele pela musica, ou pela arte usada pela empresa de publicidade que ele contratou, que deixou o candidato "bonitão" na foto.
A publicidade eleitoral deveria ser feita unicamente por um orgão do governo, que colocaria o histórico e projetos que o candidato pretende trabalhar se eleito for.
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