sexta-feira, 11 de maio de 2012

JESUS SALVA

Arceburgo: “Felizes os teus homens, felizes estes teus servos, que estão sempre diante de ti e que ouvem a tua sabedoria (1 Reis 10 vc 8)”. Li num jornal de grande circulação nacional, que em um pequeno país chamado Butão, no Himalaia, foi criada em 1972, por Jigme Singya Wangchuck, então rei, a Felicidade Interna Bruta (FIB). Ela mede o progresso de uma nação. Segundo a FIB, são avaliados o bem estar psicológico, a saúde, o padrão de vida, o governo, a vida comunitária, o uso do tempo, educação, cultura e o tratamento ao meio ambiente. Isto é, lá não fica restrita ao PIB (somatória dos bens e serviços produzidos por um país no ano). Os países se esforçam para a expansão perene e interna de seu PIB, pois ele mede o sucesso ou o fracasso de seus governos. Todos perseguem a felicidade, nações, governos e pessoas. Já é sabido que a frieza dos números, por melhor que ele seja, não reflete a felicidade de uma comunidade ou nação. Nas pessoas ela é avaliada pelo equilíbrio das componentes: físico, mental, espiritual, familiar, social, profissional e financeiro. Portanto, a palavra de Deus em Genesis 2 vc 8, descreve um jardim, um lugar de verdade, com árvores boas para o alimento, a “Árvore da Vida” e até rios para regar o jardim do “Éden”, isto é, Deus previa o bem estar do homem na face da terra. Mas, pela desobediência a Deus, com a queda do homem, houve um colapso da ordem original do Senhor, que resultou nessa desarmonia que a criação ficou sujeita. Desarmonia meteorológica, geológica, agrícola, zoológica, as quais não devem ser atribuídas a Deus, mas, sim a interferência do homem sob a criação divina. “Deste-lhe domínio sobre as obras da tua mão e sob seus pés tudo lhe puseste (Salmo 8 vc 6)”. Graça e paz a todos.   

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